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Os dias que não doem
21 de julho de 2008Não há mais como nomear as quartas-feiras no Sarau da Cooperifa, nem contá-las em versos ou prosa, por exemplo: a noite de ontem foi simplesmente inenarrável. Mágica. Sem truques. Uma daquelas noites em que a gente se lembra o porque de estarmos vivos, que é para celebrar a vida com tudo a que temos […]
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Noturno de carnaval
21 de julho de 2008eu pierrô lunar fraco sem fraque caminho semi-nu indeciso o corpo malhado molhado de cerol (nas vértebras desejos de decapitação juras e juros derramando-se por nada, por ninguém) talvez alguma poesia você cratera sem mar muda mundana cidade que não muda poucas pernas morenas ruínas de cerrado na chuva vazia (um enigma em cada estigma […]
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Conferindo as incorreções do teto
18 de julho de 2008É precioso o tempo para conferir as incorreções do teto, analisar as novas frinchas, as tonalidades das demão de tinta, as irregularidades mimetizando o plano, as sombras e marcas formando desenhos; sem pensar, ou pensando na crença primitiva de que: “há sempre um dia para o céu desabar sobre nossas cabeças”. A melhor maneira […]
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