Um atentado à democracia
Os tempos em que vivemos representam o maior ataque à democracia desde o fim da ditadura militar. O golpe parlamentar que colocou Temer no poder, a execução de Marielle Franco e Anderson Gomes e a ofensiva contra Lula, do
Os tempos em que vivemos representam o maior ataque à democracia desde o fim da ditadura militar. O golpe parlamentar que colocou Temer no poder, a execução de Marielle Franco e Anderson Gomes e a ofensiva contra Lula, do
Consumou-se mais uma etapa do golpe de agosto de 2016. O maior líder político do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está arbitrária e injustamente preso. É um preso político. Está no cárcere por força de vereditos
Confira, abaixo, a transcrição do discurso histórico: Em 1979, esse sindicato fez uma das greves mais extraordinárias. E nós conseguimos fazer um acordo com a indústria automobilística que foi talvez o melhor. E eu tinha uma comissão de Fábrica
Flávio Dino (PCdoB), hoje governador do Maranhão, mas que já foi juiz federal, fez duras críticas ao juiz Sergio Moro e sua decisão de expedir um mandado de prisão contra Lula. Dino recorda que não houve esgotamento do debate
Ao negar o Habeas Corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a maioria do Supremo Tribunal Federal (STF), abre mão do seu papel de guardião da Constituição Federal ao tomar uma decisão que se juntará
A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de negar na madrugada desta quinta-feira (04/04) o habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o principal destaque dos maiores veículos da América Latina e do mundo. Para
São Paulo – Por maioria, o Supremo Tribunal Federal negou nesta quarta-feira (4) o habeas corpus (HC) preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Lula foi condenado pelo
Mãos para trás, andando em fila; cabelos bem cortados para os meninos e presos para as meninas; códigos rígidos de vestimenta; senhor e senhora para professores e inspetores; nenhuma contestação da autoridade da direção ou coordenação; nada de debates
Considerada em 1999 o “homem doente da zona do euro” (The Economist, 3 jun. 1999), a Alemanha estaria miraculosamente curada graças às leis de precarização dos assalariados (Leis Hartz), votadas entre 2003 e 2005. Essas reformas teriam, sozinhas, restabelecido
“– Não haverá baixas, nem bombardeios, nem batalhas. Haverá apenas uma faca que não corta, um fogão que não cozinha, e uma casa que congela no inverno. Será irritante, e as pessoas vão começar a resmungar. Sutt disse devagar,