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O segundo cavaleiro
12 de fevereiro de 2003Depois que tudo acabar, sorriremos aliviados. Ergueremos cada casa tombada e faremos nossos calabouços. Neles, aprisionar-nos-emos voluntariamente. Neles, feneceremos até o apodrecimento. Saíremos à superfície pós todas as bombas. Prantearemos nossos mortos e não mais haverá face sobre as águas. Hemos de ignorar as manhãs, que essas se fazem de alguma luminosidade […]
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Olha a confusão
11 de fevereiro de 2003Pudesse Altamirando explicar para Eleonora o que se passara no bar, poderia ao menos tirar esse peso do coração e, na melhor das hipóteses, dormir na sala, e não na rua. Depois do expediente, Altamirando, como de costume, foi limpar o peito com uma loura no bar. Supergelada, ela já estava encomendada ao […]
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Sayuri
10 de fevereiro de 2003Dor de pai, dor de mãe, ter que permitir que a soterrem. Tinha sete anos tinha uma doença rara. E como neste mundo a ciência tem mais dólares para a morte do que à vida a medicina, impotente, rendeu-se. Pensei dizê-la tenro e bravio peixe batendo-se contra a rede batendo-se pela vida. Mas, mais verdadeiro […]
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