Para a Questão da Habitação[N254]
Janeiro de 1873 Escrito: por F. Engels de Maio de 1872 a Janeiro de 1873. Primeira Edição: Publicado pela primeira vez no jornal Volksstaat, nºs 51, 52, 52, 53, 103 e 104, de 26 e 29 de Junho, 3
Janeiro de 1873 Escrito: por F. Engels de Maio de 1872 a Janeiro de 1873. Primeira Edição: Publicado pela primeira vez no jornal Volksstaat, nºs 51, 52, 52, 53, 103 e 104, de 26 e 29 de Junho, 3
11 de Fevereiro de 1870 Primeira Edição: Nota Prévia à Segunda Edição: Escrito por Engels por volta de 11 de Fevereiro de 1870. Publicado na segunda edição de Der deutsche Bauernkrieg, Zweiter Abdruck, Leipzig. Outubro de 1870. Publicado segundo
13 de Março de 1868 Primeira Edição: Escrito entre os dias 2 e 13 de Março de 1868. Publicado no semanário Demokratisches Wochenblatt, n.os 12 e 13, de 21 e 28 de Março de 1868. Fonte: Obras Escolhidas em
Desde que há capitalistas e obreiros no mundo, não apareceu livro de tão grande importância para os obreiros como este. As relações entre o Capital e o Trabalho, eixo em torno do qual rota todo o nosso sistema social
Texto de Pablo Villaça Vídeo por Claudio Tavares Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”, “desalentador”. Nunca estivemos “tão
Na sessão inaugural, Leocir Costa Rosa representou a Fundação Maurício Grabois, e Iole Ilíada Lopes, foi pela Fundação Perseu Abramo, assim como Mara Iliana Cruz, falou em nome do Departamento de Formação Política do PRD-Mexico, Pastrana e José Roa
…E se piedade vos sobrar, tende piedade vossa que não sois assim tão poderoso. Que vossos filhos são degenerados, porque não soubestes ser pai e eles se perverteram. Tende piedade vossa que cometestes erro ainda maior: Aprisionastes
Texto de Pablo Villaça Vídeo por Claudio Tavares Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”, “desalentador”. Nunca estivemos “tão