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Abertura
Ariano Suassuna4 de novembro de 2008Falso Profeta, insone, Extraviado, Vivo, Cego, a sondar o Indecifrável: e, jaguar da Sibila- inevitável, meu Sangue traça a rota desse Fado. Eu, forçado a ascender, eu, Mutilado, busco a Estrela que chama, inapelável. E a pulsação do Ser, fera indomável, arde ao Sol do meu Pasto- incendiado. Por sobre a Dor, Sarça do Espinheiro […]
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Dulcinéia e o Cavaleiro
ACAS3 de novembro de 2008Mais forte que o carmin que na tua boca insana me atormenta Mais perfumada que a mais linda aurora que o criador me há reservado Rendo-me a teus pés indômita Dulcinéia Diga-me nesse instante: -Por que me tens tentado? Antônio Carlos Affonso dos Santos – ACAS. É natural de Cravinhos-SP. É Físico, poeta e contista. […]
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Poema para quem quer pouco
Vital Nogueira de Souza30 de outubro de 2008Para a resistência iraquiana Aviões cospem fogo e mancham a face da humanidade. Tanques avançam pelo deserto e levam a morte à civilização. Homens atiram e (se) desumanizam. Mártires resistem, a tempestade ajuda O que desejam homens, tanques e aviões? O que prometem mártires? Aviões, tanques e homens querem m-a-i-s, mártires querem pouco, pedem paz. […]
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