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Os sons do ofício
Pio Vargas13 de novembro de 20081. É porque recolho o vário no aviário das vértebras e me há um silo de células e me há um quase-aquário, que o poema se me chega, estuário. Que me importa a sina jugular das fases, a vida conjugal das frases e o semblante cínico das fezes, se não faço poemas como quem defende […]
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A arte e a ciência
Adalberto Monteiro13 de novembro de 2008A vida sem a arte Bem sei seria igual À existência dos porcos Ou das pedras Ou dos mortos. Mas ontem ao ver, Numa pequena praça interna de hospital, Duas dezenas de crianças brincando Embora sendo ceifadas pelo câncer, Atordoado o meu coração, Passei a rezar uma oração Que dizia uma só palavra: ciência, ciência… […]
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Escravocratas
Cruz e Sousa12 de novembro de 2008Oh! trânsfugas do bem que sob o manto régio manhosos, agachados – bem como um crocodilo, viveis sensualmente à luz dum privilégio na pose bestial dum cágado tranqüilo. Eu rio-me de vós e cravo-vos as setas ardentes do olhar – formando uma vergasta dos raios mil do sol, das iras dos poetas, e vibro-vos à […]
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